As aventuras canceladas de Indiana Jones

Projetos descartados para filmes de Indiana Jones ao longo das décadas

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Em 1981, os novos midas de Hollywood, os cineastas George Lucas (Star Wars) e Steven Spielberg (Tubarão e Contatos Imediatos do 3° Grau) uniram suas forças e lançaram ao público o filme Os Caçadores da Arca Perdida, trazendo um novo herói, Indiana Jones (vivido pelo ator Harrison Ford), que combatia as malvadas forças nazistas para conseguir um importante artefato histórico e religioso que poderia acarretar riscos à humanidade se caísse em mãos erradas.

O filme se tornou um grande sucesso de crítica e público, sendo que o personagem Indiana Jones tornou-se um ícone cultural e um dos maiores heróis da história do cinema. Obviamente que o estúdio Paramount queria lucrar mais com o personagem criado pelos dois gênios e desde o primeiro contrato para o filme, ficou acertado que haveria mais 3 continuações.

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O diretor do filme, Steven Spielberg, nunca foi de fazer continuações, mas sempre foi convencido pelo amigo pessoal e produtor do filme, George Lucas a dirigir mais e mais filmes desta série. Assim, em 1984, tivemos Indiana Jones e o Templo da Perdição, com uma pegada mais de horror e suspense, e em 1989, o incrível Indiana Jones e a Última Cruzada, trazendo o herói em uma aventura mais família, junto com seu pai (vivido por outro astro histórico do cinema, Sean Connery, o mais famoso intérprete do 007).

Por fim, após quase 18 anos, um quarto filme foi apresentado, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008), agora com o herói junto com seu filho, em um filme que apesar da boa bilheteria, não conseguiu convencer os fãs, sendo o mais fraco de todos.

Neste meio tempo, George Lucas ainda levou o personagem a rever sua juventude, em um seriado de TV de curta duração, As Aventuras do Jovem Indiana Jones (exibido na década de 90) e nos últimos anos, após Lucas vender sua produtora Lucasfim e os direitos de Indiana Jones para a Disney, existe um projeto que vem sendo adiado ano a ano para um quinto filme, que agora está nas mãos do cineasta James Mangold (Ford vs Ferrari) para lançamento agendado em Julho de 2022… se a pandemia permitir!

Fazer um filme de Indiana Jones, tem sido ao longo dos anos, um trabalho muito árduo e duro, e o principal motivo é encontrar um história decente, na qual o herói sai em busca de um determinado artefato, que na maioria dos casos, possui um histórico de mistério e sobrenatural em cima. Estes objetos caçados por Indy e seus adversários são chamados – cinematograficamente falando – de ‘Macguffin‘ e nos filmes passados foram: a Arca da Aliança, as pedras de Sankara, o Santo Graal e as Caveiras de Cristal. E ao longo das aventuras ele tem que enfrentar não apenas vilões (nazistas, soviéticos, cultuadores de uma deusa indiana do mal), como também animais selvagens e insetos, e ainda tentar sobreviver a armadilhas antiquíssimas e mortais ou penetrar territórios inóspitos como selvas, desertos, cavernas etc, e todas as adversidades da natureza inóspita.

Ao longo dos anos, George Lucas e Steven Spielberg desenvolveram vários projetos para potenciais filmes de Indiana Jones, e muitos destes roteiros, jamais foram filmados, ou parte deles nunca viram a luz do dia, devido à sua  complexidade ou mesmo porque Lucas, Spielberg ou o ator Harrison Ford não concordaram plenamente com o projeto. O problema é que replicar o sucesso dos filmes anteriores, sem tentar imitar os mesmos, tem sido uma tarefa cada vez mais difícil.

Logo após o sucesso de Caçadores da Arca Perdida, quase houve a ideia da série de filmes passar a se chamar ‘Caçadores (de alguma coisa)’, mas como o herói do filme se tornou parte da cultura pop logo no lançamento, os filmes passaram a ser batizados sempre como ‘Indiana Jones e (alguma coisa)’. Aqui listamos alguns destes projetos abandonados:

Indiana Jones e o Mundo Perdido (título sugerido)

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Após o sucesso de “Caçadores da Arca Perdida”, George Lucas imaginou uma história sobre dinossauros… e quase que Steven Spielberg embarcou em um filme dos famosos seres jurássicos alguns anos antes de seu mega sucesso, Jurassic Park (93). Lucas pensou em uma sequência de perseguição inicial com Indy andando de moto pela Grande Muralha da China, antes de descobrir um vale oculto povoado por dinossauros. Essa ideia também poderia ter marcado o retorno de Marion Ravenwood, bem como a introdução de seu pai Abner (mencionado em Caçadores da Arca Perdida) – visto que o filme seria um prequel, como Indiana Jones e o Templo da Perdição teria sido ambientado antes dos eventos do primeiro filme.

Infelizmente, o governo chinês se recusou a permitir a produção do filme de Spielberg / Lucas no país (na época, o regime comunista era extremamente fechado), então a ideia foi logo descartada. Possivelmente nenhum roteiro foi escrito sobre isto. Então partiram para a nova história que se tornou o Templo da Perdição, com a introdução passada na China (obviamente filmada em estúdios de Hollywood).

Indiana Jones e o Castelo de Sangue (título sugerido)

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Depois que Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984) foi criticado por seu tom mais sombrio e violência mais extrema, Spielberg queria que o terceiro filme de Indiana Jones refletisse melhor o espírito de Caçadores da Arca Perdida (1981), enquanto George Lucas queria mais terror. Para tanto, o último sugeriu um filme ambientado em uma mansão mal-assombrada, e contratou a falecida escritora Diane Thomas (Tudo por uma Esmeralda) para escrever o roteiro.

Diane Thomas, podemos dizer que viveu o conto da Cinderela em Hollywood, ela era uma garçonete desde 1978, que sonhava escrever para o cinema. Ela escreveu o roteiro do filme que depois cairia nas mãos do ator Michael Douglas, Tudo por uma Esmerada (Romancing the Stone), vendendo o roteiro por U$ 250 mil, e o filme estrelado pelo próprio Douglas, com direção de Robert Zemeckis foi um grande sucesso de bilheterias quando lançado em 1984. Houve muita comparação do protagonista com Indiana Jones, e logo Diane Thomas foi convidada por nada mais, nada menos que Steven Spielberg, para ajudar a escrever o roteiro de Além da Eternidade (Always), o que fez ela abandonar a chance de escrever a sequencia de Tudo por Uma Esmerada, que se chamou A Jóia do Nilo, e foi escrito por outro roteirista. Neste meio tempo, Spielberg e Lucas convidaram Thomas para bolar a história do próximo Indiana Jones, na qual ela chegou a terminar o primeiro rascunho.

Infelizmente, o sonho de Cinderela foi interrompido de forma trágica em 21 de outubro de 1985, quando ela faleceu em um acidente de carro, enquanto voltava de uma festa. Pouco se sabe além do conceito básico da história, embora aspectos do roteiro sem título de Thomas tenham sido usados em outro roteiro: Indiana Jones e o Rei dos Macacos – que apresentava uma sequência de abertura ambientada na Escócia, com Indy investigando um castelo assombrado. No final, Spielberg manteve sua posição e rejeitou o ângulo da “história de fantasmas”, sentindo que era muito parecido com Poltergeist (que ele havia escrito e produzido).

Indiana Jones e o Rei Macaco (título provisório)

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Seguindo o roteiro sem título de Diane Thomas, Chris Columbus, o garoto prodígio de Hollywood na época (ele havia escrito Gremlins, Goonies e O Enigma da Pirâmide para a Amblin Entertainment de Spielberg) foi contratado para escrever um rascunho de outro argumento para Lucas: Indiana Jones e o Rei do Macaco (também conhecido como Indiana Jones e o Jardim da Vida). Como todos os filmes de Indiana Jones começam com uma sequência especial ao estilo James Bond, este começaria com uma sequência ambientada na Escócia, em que Indy luta contra um fantasma sedento de sangue – o Barão Seamus Seagrove III. A ação então mudaria para a África em uma busca para encontrar o Jardim dos Pêssegos Imortais (o equivalente chinês do Santo Graal). O primeiro rascunho de Columbus apresentou tribos canibais, piratas japoneses, um nazista com um braço robótico, um dos alunos clandestinos de Indy e um novo interesse amoroso inspirado em Katharine Hepburn, Dra. Clare Clarke. Como o Cavaleiro do Graal de A Última Cruzada, o titular do Rei Macaco comandava o Jardim da vida, e o filme apresentou um final baseado em escolha semelhante.

Spielberg e Lucas, pediram um novo polimento no roteiro, então Columbus apresentou um segundo rascunho transformando o Rei Macaco em um vilão mais desenvolvido e apresentou um cenário que lembra o clímax de Harry Potter e a Pedra Filosofal (que alias, o próprio Chris Columbus dirigiria mais tarde), com Indy forçado a jogar um jogo perigoso de xadrez gigante. Também apresentava os mortos-vivos, reanimados por meio do cajado mágico do Rei Macaco e o casamento de Indy com Clare no final do filme.

Após reclamações sobre os estereótipos raciais problemáticos presentes em Templo da Perdição, Lucas e Spielberg estavam preocupados que Indiana Jones e o Rei Macaco contivessem muitos elementos controversos – observando retratos ofensivos de nativos africanos como o problema central. Entre as cenas bizarras deste filme, está a tentativa de uma das alunas de Indy tentar se enforcar estupidamente com o chicote, para chamar a atenção dele… Não precisou dizer que o roteiro foi pra lata de lixo e Columbus, demitido. Posteriormente a ideia do terceiro filme renasceu se tornando uma nova história de grande sucesso de bilheterias, Indiana Jones e a Última Cruzada (1989).

Indiana Jones e os homenzinhos verdes de Marte (Título Provisório)

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Depois que Indiana Jones e a A Última Cruzada (1989) concluiu o que deveria ser a trilogia Indiana Jones, durante os anos 90, George Lucas passou a desenvolver um seriado centrado na juventude de Indy, e lançou Crônicas do Jovem Indiana Jones, que durou duas temporadas e posteriormente, mais alguns telefilmes. Um dos roteiros da terceira temporada não filmada, apresentava o Jovem Indy e o jovem Belloq disputando uma caveira de cristal nas ruínas maias na Guatemala. Lucas achou a ideia muito interessante e ali surgiu o escopo de um quarto filme. Lucas criou uma história e contratou o roteirista Jeb Stuart (Duro de Matar e O Fugitivo) transformou-a em um roteiro de outubro de 1993 a maio de 1994.

Definido como ocorrendo após os filmes originais, Lucas queria que Indiana se casasse com um novo interesse amoroso (Dra. Elaine McGregor), o que permitiria que o professor Henry Jones, Sr. (Sean Connery) retornasse, expressando preocupação sobre se seu filho está feliz com o que ele realizou. Depois de saber que o ditador soviético Joseph Stalin estava interessado em guerra psíquica, ele decidiu ter os soviéticos como vilões e os alienígenas para terem poderes psíquicos e os MacGuffins da Caveira de Cristal que viriam a atormentar o filme final. Neste roteiro também havia elementos que conheceríamos no quarto filme, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, como uma sequência ambientada em Nevada que se estendeu ao filme final, a famosa cena da geladeira da explosão nuclear, as formigas comedoras de carne, etc… Não satisfeito, Lucas contratou o roteirista da Última Cruzada, Jeffrey Boam para escrever as três versões seguintes, a última das quais foi concluída em março de 1996.

Então três meses depois, o sci-fi soturno ID:4 – Independence Day de Rolland Emmerich foi lançado com grande sucesso nos cinemas e Spielberg disse a Lucas que não faria outro filme de invasão alienígena, sentindo-se incapaz de competir e sem vontade de tentar filmes de alienígenas, já tendo se realizado no gênero com filmes como a obra-prima E. T. – O Extra-Terrestre (82) e os Contatos Imediatos de Terceiro Grau (77). A ideia de um quarto filme foi então arquivada, enquanto George Lucas se preocupava com a nova trilogia de Star Wars a partir de 1998 até 2003.

Indiana Jones e a Cidade dos deuses (título provisório)

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No início dos anos 2000, Spielberg mostrou interesse na ideia de outro filme de Indiana Jones, após pressão do público e de seus próprios filhos. O aclamado diretor M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, A Vila) foi contratado para escrever o argumento para uma filmagem pretendida em 2002, mas ele estava sobrecarregado demais para escrever uma sequencia de um filme que ele amava como Os Caçadores da Arca Perdida, e afirmou que era difícil conseguir juntar (ou agradar ao mesmo tempo) Ford, Spielberg e Lucas, e recusou o projeto, após tentar começar a escrever. Não sabemos sobre que seria, mas em entrevista posterior Shyamalan disse que no roteiro dele não haveria Marion ou Mutt e que estava coletando informações de diferentes divindades mundiais para o seu roteiro. A seguir, os roteiristas Stephen Gaghan e Tom Stoppard também foram abordados, mas desistiram do filme.

Então Steven Spielberg teve uma ideia em que Indy seria atacado por criminosos de guerra nazistas, após os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, e contratou o estimado diretor roteirista e ex-showrunner de The Walking Dead, Frank Darabont (A Espera de um Milagre) para enfrentar o script. Seu primeiro rascunho seria para marcar o retorno de Marion Ravenwood, ao mesmo tempo que apresentava ela e a filha adolescente de Indiana (segundo boatos da época, Natalie Portman que estava fazendo a nova trilogia de Star Wars, estava cotada para o papel). Tendo escapado para a América do Sul, um grupo de nazistas busca vingança contra Indy por matar seus companheiros e tentavam rastreá-lo. Este roteiro foi rapidamente rejeitado, com Spielberg percebendo que se sentia desconfortável em usar os nazistas depois de dirigir a Lista de Schindler, e Lucas insistindo que os soviéticos estivessem envolvidos no lugar de nazistas, dado o cenário da Guerra Fria.

Os rascunhos posteriores de Darabont reintroduziram o conceito alienígena de Lucas, com a Caveira de Cristal como o MacGuffin do filme, e George Lucas teria convencido Spielberg a usar alienígenas na trama, dizendo que eles não eram “extraterrestres “, mas “interdimensionais”, e explicando como este conceito se inspira na Teoria das Supercordas, mas removeram a noção de Indy e Marion tendo uma filha juntos a pedido de Spielberg (ficaria muito parecido com Jurassic Park – Lost World). O roteiro de Darabont, um rascunho que notoriamente vazou após o lançamento do Reino da Caveira de Cristal, era essencialmente uma versão melhor do filme acabado – relativamente despojado, e sem os toques estranhos que causaram divisão entre a base de fãs.

Spielberg e Harrison Ford ficaram supostamente felizes com o roteiro de Darabont, mas Lucas queria mais ênfase nos elementos intensificados do filme de ficção científica, e Lucas contratou Jeff Nathanson (Prenda-me se For Capaz e O Terminal) para escrever um rascunho chamado Indiana Jones and the Atomic Ants entre Outubro e Novembro de 2005. Darabont em entrevistas, criticou Lucas, dizendo que foi “um ano de trabalho jogado no lixo...”. Após o envolvimento de Nathanson, o último contratado foi David Koepp que continuou a partir daí, dando a seu roteiro o subtítulo Indiana Jones and the Destroyer of Worlds, com base na frase de J. Robert Oppenheimer ao explodir a primeira bomba atômica da história. Por fim, o título final acabou sendo Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, sobretudo porque Lucas insistiu que a palavra “Reino” era interessante no título.

Desde o lançamento do quarto filme em 2008 houve uma divisão sobre essa última aventura, sendo que o mesmo foi considerado muito inferior à franquia original, fazendo muita gente até não reconhecer o mesmo como integrante dela. Mesmo assim, com o retorno de mais de U$ 780 milhões nas bilheterias, o herói ainda continuava lucrativo e George Lucas, ainda sonhava com mais um quinto filme. Mas isto é outra história, como sabemos, já que finalmente a Disney deu autorização para um novo filme, na qual o próprio Steven Spielberg preferiu pular fora e ficar apenas na produção. Esperamos agora que James Mangold não nos decepcione…

E ai? Vocês ficaram curiosos de quais destas histórias poderia realmente dar um bom filme do Indiana Jones?

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Ricardo Melo

Profissional de TI com mais de 10 anos de vivência em informática. Tem como hobby assistir seriados de TV, ir ao cinema e namorar!!! Fã de rock'n'roll, música eletrônica setentista, ficção-científica e estudos relacionados a astronáutica. Quis ser astronauta, mas moro no Brasil... Os anos 80 foram meu playground!

42 thoughts on “As aventuras canceladas de Indiana Jones

  1. que diferenças o roteiro do Darabont tinha pro roteiro que acabou sendo filmado? fiquei curioso

  2. nao sei se é boato mas consideraram nos anos 90 alguns crossovers do Indiana com outros personagens famosos do cinema inclusive o Alan Quartermain (um clone genérico do próprio Indiana), sabe se isso é real?

    1. Não só rolou como em 1992, o George Lucas lançou uma série de TV, chamada “As Aventuras do Jovem Indiana Jones”, que teve duas temporadas, e mais alguns telefilmes, tudo depois condensado em um box DVD. Acompanhava a história do personagem dos 9 aos 21 anos. E chegou a passar na Rede Globo. Ele encontrava personalidades do começo do século XX, como Mata Hari, Lawrence da Arabia, Picasso, Degas, entre outros e passava por eventos históricos como a Rev.Mexicana, Russa, Primeira Guerra Mundial, na qual lutou.

  3. Grande Ricardo! Cara, que matéria legal e rica em informações! Nunca pensei que tantas ideias para sequências de Indiana Jones tinham passado pelas mãos de Lucas e Spielberg! Obviamente, o quarto filme da franquia é bem inferior. Tudo na trama é muito corrido e trabalhado superficialmente. Faltou tempo no filme para uma interação melhor entre o Indy e a Marion. Faltou tempo também para criarmos empatia pelo filho do casal (a única empatia que tenho pelo personagem é por fazermos aniversário no mesmo dia). Espero que o novo filme, se sair, honre os três primeiros filmes.

  4. franquia supervalorizada… filmes 2 e 4 ruins… filme 1 tem o lance de que o Indiana nada modifica a historia, ou seja, de filme otimo mesmo, so o 3…

    1. Cada um gosta de uma coisa…mas creio que vc seja nova e não viu os filmes no cinema…Caçadores da Arca Perdida, é considerado até hoje o maior filme de Aventuras de Todos os Tempos….

      O Templo da perdição, por ser mais sombrio, tem uma critica mais feros, mas muita gente que adora filmes de terror e gore, consideram este o melhor filme, incluindo o nosso saudoso Zé do Caixão (que também amava Alien).

      O terceiro filme é filme família, por isto agrada todo mundo.

      O quarto filme…bem um tiro no escuro. Mas tem gente que gosta.

      Que venha o quinto filme.

  5. tem um outro filme de alien lançado perto de ID4 que foi fracasso de bilheteria pq o Alien era bonzinho e o megasucesso de ID4 com aliens malvadoes ofuscou, vc lembra qual é?

  6. Vou na contramao da maioria: eu ate curti o filme 4. Sem duvida ele é pior que os outros 3, mas nem por isso achei ele uma porcaria. Consegui me divertir bastante e tirando algumas coisas ruins como as formigas, a Marion e uma ou outra bobeira do roteiro, ate achei bacana! Me julguem hahahahaha

  7. nos extras do DVD do quarto filme tem uma entrevista com o Spielberg onde ele conta que o Lucas insistiu em por a palavra Reino no titulo do filme e ele visivelmente nao gostou muito kkkkkkkk

    1. Nos filmes do Indy, apesar da direção do Spielberg, é o Lucas que dá as ordens finais. Todo filme do Indy que é finalizado, o Lucas lá e faz seu corte final.

    1. Deve estar confundido com J.J.Abrams, Darabont foi aclamado por fazer as melhores adaptações de Stephen King para o cinema: A Espera de um Milagre, Um Sonho de Liberdade, Cine Majestic, O Nevoeiro…

  8. O que afundou a franquia foi o Shia LaBesta que com certeza ia continuar o legado do Indy mas o cara é tão escroto que desistiram disso, claramente no final do filme quatro os produtores fizeram o Ford dizer que nao ia passar o bastão (chapéu) pra ele como todos esperavam hehehe toma lerdo

    1. Vamos falar a verdade, praticamente quase tudo no filme não funciona direito…a começar com o tom pastelão, o Shia labosta, a falta de química de INdy e Marion, o enredo de ETs…antes fosse a versão do Frank Darabount.

  9. engraçado que o quarto filme se vc for ver é uma ideia inferior a varios dos cancelados kkkkk e a maioria das decisoes pelo jeito foi do Lucas… ate hj nao sei se o Lucas é gênio ou idiota com sorte

  10. Rapaz, me emocionou esse texto. Sou fã nº 1 do Indiana e sempre imaginei que tivessem projetos de mais um filme, mas jamais me passou pela cabeça que fossem tantos projetos não realizados! E um melhor do que o outro! Que pena que nunca veremos esses filmes…

    1. Tb achei a mais legal, mas o politicamente correto de hj em dia venceu mais uma

    2. Cara nao é politicamente correto de hj em dia, isso foi nos anos 90, acorda

    3. A ideia do deus macaco, era pra 1988 ou 89, como terceiro filme…já tinha o problema dos estereótipos , iriam mostrar tribos africanas…eles tiveram problema com a India por causa do Templo da Perdição.

  11. Indiana Jones é meu personagem favorito do cinema, eu vi Templo da Perdição mais de 10 vezes obrigado por essas informações adorei

  12. Parabens pelo texto, sensacional!!! Digitando com os pés pq to aplaudindo sem parar!!!

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