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Crítica: Homem-Aranha – De Volta ao Lar

homem-aranha_cartaz Crítica: Homem-Aranha - De Volta ao LarHomem-Aranha – De volta ao Lar

Direção: Jon Watts

ElencoTom Holland, Michael Keaton, Jacob Batalon, Laura Harrier, Tony Revolori, Marisa Tomei, Jon Favreau, Donald Glover, Gwyneth Paltrow e Robert Downey Jr.

Depois de Sam Raimi satisfazer a espera do público com seu Homem-Aranha (2002) e o excelente Homem-Aranha 2  (2004), o personagem entrou num declínio “inexplicável” (inexplicável em termos, pois era evidente que o diretor – e o mesmo admitiu – cedeu às pressões do estúdio), com o pavoroso Homem-Aranha 3 (2007) que balançou a reputação do herói nas telas durante um tempo. Posteriormente com a tentativa de recomeçar os eventos de maneira precoce (e desnecessária) com os irregulares O Espetacular Homem-Aranha 1 e 2, o personagem parecia ter entrando num purgatório de ideias até seu (bom) reaparecimento  em Capitão América: Guerra Civil, rejuvenescido ao máximo na pele do franzino e carismático Tom Holland – mesmo que dentro do filme o personagem entre e saia sem função alguma para a história.

Assim, depois deste surgimento, a pergunta que poderia ser feita é: Até que ponto uma nova abordagem (e um novo recomeço) poderia resgatar realmente o personagem para o Cinema? Ou seria um risco trazer todo aquele mundo novamente (e ratificando, rejuvenescido) para as telas, causando uma saturação ainda maior?

De certa maneira seria um risco sim, entretanto neste Homem-Aranha – De volta ao Lar admito que me agradou a proposta de uma abordagem mais leve e apostando constantemente no humor bem característico do personagem. Assim como em nenhum momento a construção do universo juvenil liderado por Holland seja feita através de personagens com seus conflitos em níveis expositivos – como normalmente acontece.

Claro que, por exemplo, o núcleo estudantil não é um primor de amadurecimento, mas estamos longe de figuras caricaturais. Ademais, é elogiável a diversidade do elenco, como o rival de escola de ascendência latina (Revolori), amigo de origem polinésia, ou o fato do interesse romântico do protagonista seja afro-americana (Harrier) e não uma típica loira ou pretendente a chefe de torcida (informações estas baseadas nas ascendências dos próprios atores). E não podemos deixar de comentar, principalmente, o fato da obra não perder tempo ao explicar pela milésima vez a origem dos poderes do protagonista –  desgaste cometido pelo primeiro filme protagonizado por Andrew Garfield.

Iniciando a obra a partir dos acontecimentos vistos em Capitão América – Guerra Civil, Homem-Aranha – De Volta ao Lar apresenta o jovem Peter Parker (Holland) ainda se adaptando aos seus poderes, ao mesmo tempo em que vive os dilemas da adolescência. Todavia, o surgimento de criminosos, liderados por Adrian Toomes/Vulture (Keaton) usando uma nova tecnologia , fará o jovem herói assumir a responsabilidade de enfrentá-los e provar a Tony Stark que ele pode fazer parte dos Vingadores.

O roteiro escrito a oito mãos (algo para mim inconcebível), por mais que não explique claramente o porquê da inclusão do herói em Guerra Civil ou o fato de ninguém perceber vilões usando armamento de origem alienígena (somente para criar um conflito frágil de que ninguém acreditava no protagonista) é suficientemente capaz de apresentar o desenvolvimentos daqueles personagens e as dinâmicas entres eles, mesmo com suas fragilidades com diálogos expositivos (“Se você sem uniforme não é nada, então não o merece”). Assim como, dentro do gênero, ao querer sempre criar um ligação com uma trama maior, acabe tirando um pouco da individualidade do filme e até mesmo a importância dos fatos ocorridos.  homem-aranha_meio Crítica: Homem-Aranha - De Volta ao Lar

Interessante a direção usar (mas, claro, sem a mesma qualidade) o contexto dos jovens como reverência aos clássicos adolescentes dos anos 80. Assim, ao vermos o Homem-Aranha correndo lateralmente entre as ruas da cidade, com a câmera parada, imediatamente nos remete ao clássico maior “Curtindo a Vida Adoidado” (algo prontamente confirmado ao incluir uma cena do filme de 1986 durante a sequência). E porque não dizer também uma leve pitada de “Clube dos Cinco” através da personagem Michelle (Zendaya) ao lembrar a personagem deslocada e introspectiva de Ally Sheedy no filme de 1985.  Contudo, a presença de Tom Holland é o ponto fundamental para a empatia do filme. Atendendo a expectativa, a versão juvenil do herói é mais do que identificável ao trazer seu Homem-Aranha sempre atuando de forma, senão irresponsável, pelo menos inseguro e com a vitalidade típica da idade (algo que podemos dizer, comparando aos anteriores, inédita).

Para incluir mais ainda o personagem dentro do contexto, a direção de Jon Watts potencializa a persona através de gags e situações atípicas, como o fato de evitar um assalto a um banco feito por assaltantes vestido de Vingadores, ao mesmo tempo em que ajuda uma idosa nas ruas de Nova Iorque, fazendo jus à alcunha de “Amigão da Vizinhança” com sentimento de altruísmo – aliás, é emblemático o plano em que o personagem, ao fim do dia com o pôr do sol ao fundo, conversa ao telefone como se estivesse voltando para casa depois de “um dia normal de trabalho”.

Mas acredito que sem a presença de um antagonista elevando o perigo – e que pudéssemos ter algum tipo de identificação por ele – os conflitos apresentados poderiam se diluir caso personificassem um vilão caricato e unidimensional. Portanto, ao apresentar o seu Adrian Toomes com algo bem distante dos exageros feitos em boa parte dos dois filmes anteriores, Michael Keaton se sai bem ao transformar seu personagem não em algo cartunesco, mas identificável como um indivíduo vitimado por acontecimentos superiores (neste caso, o governo e os Vingadores), e que se vê obrigado a mudar seu meio de subsistência e daqueles que o cercam – algo que imediatamente nos remete contextualmente ao Dr. Octopus de Alfred Molina em Homem- Aranha 2. Inclusive vale destacar o fator surpresa do roteiro (obviamente não vou revelar) em engrandecer de maneira inesperada (pelo menos para mim) o conflito entre Peter Parker e Adrian Toones através de um personagem comum aos dois (inclusive a fotografia, durante um bom diálogo entre eles no terceiro ato, evidencia o embate ao inserir uma coloração avermelhada no rosto de Keaton, para em seguida, surgir um verde “permitindo” o que virá a seguir).

Pena, que dentro dos personagens vistos, o roteiro desperdiça a presença de uma figura importante para o protagonista (igualmente rejuvenescida) como Tia May (Tomei) passando todo filme apenas sendo objetivada sexualmente pelos homens e sem muita função no filme, ao contrário, por exemplo, do personagem Ted (Batalon) e suas tiradas cômicas como um confidente de Peter.

O figurino, no caso o uniforme do herói, é um dos destaques do longa. Se antes estávamos acostumados com uma roupa que servia mais para ocultar sua identidade, aqui ela ganha funcionalidades jamais antes pensadas, onde até mesmo o símbolo do herói trazido no peito tem um objetivo de existir (um bom exemplo da modernidade feita ao personagem sem descaracterizá-lo). Inclusive, por exemplo, a direção usa a mesma lógica vista em “Batman Begins”, ao trazer a roupa com mecanismos e suas devidas explicações que acabam por servir à narrativa, como o fato dos olhos do aracnídeo se moverem de acordo com o estado emocional do personagem (algo que nos anteriores dependíamos apenas da voz do ator como base). Fora que a inclusão de uma inteligência artificial na bela voz de Jennifer Connelly ajuda a criar os momentos de humor em sua maioria mais eficazes que, por exemplo, no relacionamento entre Homem de Ferro e Jarvis (algo que a dublagem, como sempre, irá destruir).

Ademais, a direção é correta ao apresentar as sequencias de ação (incluindo uma  homenagem a cena do trem do filme de 2004) quase sem grandes problemas de mise-en-scène e, sem deixar aquela sensação do personagem sempre soar um efeito digital por completo, como podemos ver na boa sequência ocorrida em Washington. Entretanto, a direção, no clímax do filme, não consegue repetir o resultado ao tornar a cena um pouco bagunçada, confusa e cansativa ao usar cortes rápidos e um visual poluído com as cores dos elementos em cena, prejudicando a narrativa que até ali se apresentava correta.

Enfim, Homem-Aranha – De Volta ao Lar agrada ao mesmo tempo em que começa a tirar o amargo (ao ponto de subjugar os últimos três filmes do herói) e a sensação que o personagem estava se tornando dispensável, abrindo espaço para que o mesmo siga de vez por um caminho mais sólido e definido nas próximas aparições.

Cotação 3/5

homem-aranha_final Crítica: Homem-Aranha - De Volta ao Lar

Avaliação
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RodrigoRodrigues-144x144 Crítica: Homem-Aranha - De Volta ao Lar

Rodrigo Rodrigues

Amante inexperiente da sétima arte, crítico por insistência, mas cinéfilo acima de tudo. Descobriu ainda jovem certos diretores como Sergio Leone, Billy Wilder, Fellini , Antonioni , Scorsese e sua vida nunca mais foi a mesma. Acredita que a empatia, diálogo e o respeito ao próximo é a maior arma contra o fundamentalismo da sociedade conservadora e fundamentalista de hoje.

18 comments

  • Adriano Santos:

    Gostei do filme e concordo com a crítica, mas se me permite, acho que vcs estudiosos do cinema supervalorizam os filmes que são “receita de bolo” e saem todos bacaninhas, legaizinhos, bonitinhos, alegrinhos e divertidinhos… já filmes que saem desse formato costumam ser mais severamente analisados… por exemplo os dois Espetacular Homem Aranha, o que afinal eles têm de tão ruim pra nenhum crítico gostar deles? Só pq sairam desse formato “família” dos outros filmes do Aranha, vcs torcem o nariz? Quando vc diz que um filme tem que ser analisado pelo que ele é, isso não vale tb pro conteúdo? Por exemplo, vc diz que no De Volta ao Lar não contaram de novo a origem do Aranha, e critica o Espetacular por ter recontado essa mesma origem… aí questiono, mas se um filme deve ser analisado pelo que ele é, então vc tem que considerar o que o Diretor quis contar em Espetacular, e desconsiderar todos os outros filmes anteriores do Aranha, pois pro Diretor, é como se Espetacular fosse o primeiro e único filme do Aranha já feito, então é válido que se conte a origem. Ou não?

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Adriano
      Bem vindo e obrigado por participar da discussão sobre o filme.

      Entendi seu comentário sobre o fato de como um filme deve ser avaliado. Todavia, contextualizar a obra é algo igualmente fundamental.

      Quanto aos Espetaculares Homem-Aranha 1 e 2 os filmes têm problemas. Não porque “sai do formato família”, mas porque apresentar uma trama requentada, com personagens não tão bem construídos, cheia de situações não tão bem planejadas e principalmente pelo fato de contar novamente a historia do personagem mesmo o primeiro filme ter sido de 2002.

      Mesmo não sendo isso (não é um regra ou defeito recontar uma historia), devemos levar em conta que O Espetacular Homem Aranha gasta dois atos inteiros (quase metade de um filme) para explicar algo que já sabíamos devido aos filmes que ainda estavam recentes e sem necessidade alguma (por exemplo, o Hulk de 2008 apenas pincelou a origem do personagem já contado em 2002 por Ang Lee)

      Eu não supervalorizo filmes “receitas de bolo”, pelo contrário. Fico até decepcionado que um filme não consiga fazer o contrário e subestimar a inteligência do público (algo que boa parte dos filmes baseados em HQ fazem)

      Abraços

  • Rodrigo Magalhães:

    Bom filme… concordei com tudo da critica. Gostei. Me diverti bastante.

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      Rodrigo,
      Bem vindo
      Que bom que se divertiu e que concordou com o text. Mas se discordasse também não teria problema não.rs
      Abraços

  • Canoinhas:

    Gostei do filme, mas sai do cinema com uma sensação de estranheza..
    Teve momentos que eu achei corrido e não senti muito o desenvolvimento dos personagens, tirando o Homem Aranha e o Abutre.

    O que falar da Liz? Uma personagem que simplesmente não adicionou nada na trama. Sem falar da história apressada dela com o Peter, que teve um começo, meio e fim logo no primeiro filme. Poderiam ter trabalhado melhor essa relação, porque do jeito que fizeram, ficou muito jogado. E depois de uma certa revelação, acabou ficando bem evidente o único motivo dela existir nesse filme.
    Pior que davam um destaque para a personagem na divulgação, e a atriz sempre estava ao lado do Tom Holland, como se ela fosse importante na trama.

    O que me incomoda também é o fato de sempre alguém descobrir que o Peter é o Homem Aranha. Podiam deixar ele no anonimato por mais um tempo.

    Aquela história de Michelle MJ me pareceu uma tentativa do diretor tirar o dele da reta, do tipo ”Se aceitaram ela como MJ, ótimo! Se não aceitarem, ela nem é a Mary Jane mesmo, só tem o mesmo apelido.”

    O que eu vou falar agora vai parecer absurdo para alguns, mas podiam ter colocado o Mark Webb na direção. Por mais que ele tenha pego uma das piores descaracterizações que uma HQ já recebeu, ele é um diretor competente. Na minha opinião, ele conseguiria entregar um melhor aproveitamento dos personagens e melhores cenas de ação.

    Mas é isso, de resto está tudo ótimo!

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      Canoinhas
      Bem vindo

      Concordo que o desenvolvimento de alguns não ficaram tão bem feitos., como a namorada de Peter. E o fato de sempre descobrirem o segredo dele é algo que nos anteriores me incomodou muito também. Até concordo que isso tira a ar de mistério e que poderiam esperar mais. Mas , já que aconteceu , não acho que tenha prejudicado tanto. Mas entendo seu ponto de vista sim.

      Quanto ao Marc Webb eu tenho minhas dúvidas. Ele fez dois filmes e não agradou tanto. Até porque um filme são vários elementos além do que somente saber dirigir um cena de ação, mas é uma opinião valida sim. Parabéns.

      Abraços e obrigado pelo comentário

  • Carlinhos:

    elogiou tanto e deu nota 3… vai entender

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      Carlinhos

      Bem vindo
      Não gosto de dar estrelas ou notas para um filme. Faço por questões comerciais e por ser um padrão do site (mas admito que estou pensando em não fazer mais justamente por isso)

      Uma expressão artística (boa ou ruim) não se reduz a números ou notas , pois é incomodo escrever um texto deste tamanho (corrigir e revisar) para no final ser reduzido a uma nota. No caso peço que se atente sempre ao texto e não as notas. Eu poderia ter dado um nota 4? poderia , sem duvida. Enfim…

      Mas se você acha que o filme mereceu um nota maior (ou menor) fica a vontade para altera-la conscientemente. Mas caso queira realmente saber se gostei ou não , o texto é suficiente.

      Abraços.

  • James Joyce:

    o filme foi bem legal… foi tão refrescante, leve e ‘juvenil’ que a gente pensa que se trata de um filme pra criança e não pra ‘jovens’ e adultos, só lembramos que nao é de criança qd os moleques chamam a tia May de ‘gostosa’ ou qd o nerd da cadeira diz que ta vendo ‘pornô’… ou qd a MJ (!!!!!!!!!!) mostra o dedo médio… ah e o diálogo realmente tenso do Abutre com o Spidey no carro… muito bom o Abutre por sinal…

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      James Joyce
      Bem vindo
      Realmente me agradou que o filme não tenha descambado para uma abordagem infantil. Inclusive você citou bem com exemplo (rs). E o dialogo entre Peter e o Adrian dentro do carro foi bom (mérito dos atores)

      Abraços

  • Jô Matador:

    Achei um filme bom, nada mais nada menos,
    Pontos positivos na minha opinião:
    – Peter Parker (não sei se é o melhor Peter Parker do cinema, mas gostei bastante do Tom no papel, o roteiro e o diretor ajudaram também no desenvolvimento do personagem, que ficou realmente muito bom, acho que foi o maior acerto do filme)
    – Abutre (achei um bom vilão, você entende a motivação dele, mas nem por isso os atos que ele faz no filme, são amenizados)
    – A interação entre os personagens na escola (os dialogos e a interação nas cenas entre eles foi muito bem desenvolvido, vc realmente acredita que são adolescentes conversando nas cenas, por mais que eu não tenha gostado de todos os personagens, a Liz e o Flash achei muito sem sal, a Liz era totalmente whatever na minha opinião, e o Flash com aquele Bullyng muito forçado e chato, poderia ter sido melhor)
    – A cena pós credito do capitão (cara aquilo foi hilario, unico momento no filme que eu realmente dei muita risada, a galera ate aplaudiu na hora kkkk)
    – Easter Eggs (tem alguns easter eggs bem legais no filme)

    pontos negativos:
    – Flash (como eu disse ali em cima)
    – Batalha final (achei bem, nhe poderia ter sido melhor, não somente a batalha final como outras cenas de ação, achei a ação muito controlada, poderiam ter mais algumas cenas memoráveis, como as do Homem Aranha 2, que eram incríveis)
    – Não gostei muito da Tia May (sei la, ate entendo a Tia May ser assim, os caras tentaram trazer o filme para a atualidade, onde atualmente vemos bastante tias fogosas, é uma boa visão no filme ( ͡° ͜ʖ ͡°), mas sei la, eu cresci lendo hqs com aquela Tia May velhinha, parecendo a Miss Daisy sabe, pode ser que eu só esteja sendo um vei paia, mas não curti muito não).

    pontos whatever:
    – A Liz (assim como o Flash achei ela bem whatever, não cheguei a desgostar da personagem, mas achei ela bem tanto faz no filme).
    – Robert Downey Jr. (ele é divertido em suas aparições e algumas são ate importantes para a construção do Peter, mas acho que dava para economizar e não colocar ele no filme).
    – A trilha sonora (não chega a ser esquecível, mas também não é memorável, esta bem dentro da formula Marvel, ainda acho as dos primeiros filme muito superiores).

    Ao todo achei um bom filme, é um bom entretenimento para o final de semana

    • Anarcocap:

      Outro problema do filme e que eles nem citaram: esse traje do homem aranha tem uma secretária própria! Eh idêntico ai homem de ferro! Fala sério, muito nada a ver. Outra coisa mal explicada: o traje custa milhões de dólares e é provido pelas indústrias Stark, mas quem faz o fluido de teia é o Peter no laboratório da escola!!?? wtf???
      Outro problema sério: a inspiração do Peter não é o Tio Ben, é o Tony Stark!!! Tio bem quase não é citado e a tia may é gostosa e todo mundo canta ela na rua, mano, que cagada. Incrivel como a midia em geral é meio marvete. O filme é no máximo regular, é um filme bom, redondo, mas pouco ousado. É a típica receita da Marvel de fazer filmes pra sessão da tarde, vc assiste, gosta mas depois de uma semana ja esqueceu os personagens, as cenas, etc

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      Jô Matador
      Bem vindo
      Obrigado pelo seu comentário. Você explicou sua opinião de maneira interessante e clara. Infelizmente nem tudo saiu como você quis, mas pelo menos o resultado final te agradou. Por exemplo , a Tia May e a namorada de Peter realmente não são bem aproveitadas.

      Abraços e seja sempre bem vindo.

  • Luciano Mendes:

    O filme com mais piadas sem graça até hoje da Marvel. Sinceramente, um filme secundário se comparado à outras produções da Marvel. Nem entendo esse exagero todo em glorificar o filme.

    • Jô Matador:

      dczete detected!!! kkk

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Luciano Mendes
      Bem vindo e obrigado pelo comentário

      Eu não analiso o filme como “O filme com mais piadas sem graça até hoje da Marvel”. Esta disputa de editoras não agrega em nada na critica de um filme. Levo em consideração fatores históricos do filme (caso tenha) , referencias e regras cinematográficas. Um filme basicamente dever ser analisado através do “Como ele é” e não ” Sobre o que ele é”.

      Mas você tem todo o direito de discordar da minha opinião (eu respeito) e também expor seus pensamentos usando as mesmas regras que usei, caso deseje.

      Abraços.

  • Thiago:

    filme lindo do amigão da vizinhança… amei!

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Thiago
      Bem vindo
      Obrigado pelo comentário e bom que o filme te agradou.
      Abraços

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