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Resenha: Never Die Club – O Anti Buda de Havana

Quem nunca pensou em ser imortal? Como diria Freddie Mercury: “Who wants to live forever?”. Esse é o assunto abordado em Never Die Club: O Anti Buda de Havana. A imortalidade é privilégio (ou maldição) de poucos e esses poucos se organizaram em um grupo, que pela falta de um nome oficial, foi intitulado Never Die Club, por um dos membros.

Nesse cenário ocorre uma guerra que já perdura por séculos, entre os membros do clube e uma ordem medieval que busca capturar esses imortais. O que não era esperado é que vazassem a informação da existência dos imortais. E agora é preciso saber o que fazer; tornar perseguidoras mortais, ou pelo contrário, matá-las, para manter ainda o controle?

Mas isso é só parte da trama, onde o foco é na luta entre os imortais e a ordem. Com uma pitada de romance e um pouco de investigação, a história é contada em cidades como São Paulo, Paris, Havana e Amsterdã.NeverDie-300x300 Resenha: Never Die Club - O Anti Buda de Havana

E você? Gostaria de viver para sempre? Seria isso uma dádiva ou um fardo? Gostaria de saber? Então eu recomendo essa leitura!

Este é um quadrinho nacional com roteiro de Marcello Fontana, arte de Thony Sillas e cores de Paulo Torino. Os artistas fazem um trabalho fantástico nas páginas dessa obra, com cores vivas e um desenho rico em detalhes. A ambientação é muito bem feita, os personagens são muito vivos e a dinâmica do desenho também funciona muito bem nas cenas de luta.

Never Die Club foi lançado em 2017 durante a CCXP, editado por Lucas Pimenta e com distribuição da Editora Quadro a Quadro; já é esperada a continuação dessa história com o volume 2, que ainda está no Catarse para arrecadação de fundos para a publicação.

Devido à temática, violência, cenas de sexo não explicitas e nudez, esse quadrinho não é recomendado para menores de 18 anos.

Avaliação
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AvatarJean-150x150 Resenha: Never Die Club - O Anti Buda de Havana

Jean Bonjorno

Formado em jornalismo, leitor de quadrinhos, costumava escrever alguns poemas quando adolescente. São Paulino, antes de entrar pro mundo dos quadrinhos, colecionava camisas de futebol (hoje não é possível manter as duas coleções =/). Baixista e roqueiro, por que tudo na vida tem que ter uma trilha sonora... e que seja uma boa trilha sonora!

2 comments

  • Confaci:

    premissa interessante, arte de boa qualidade, resenha favoravel de vcs, que entendem do assunto… foi pra lista! rsrsrsrsrs

    • Jean Bonjorno
      JEAN RODRIGO BONJORNO:

      Obrigado! Veja sim! É uma ótima história e ainda prestigia os quadrinhos nacionais…
      Continue nos acompanhando!

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