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Crítica: Vingadores – Guerra Infinita (Avengers – Infinity War)

Vingadores_poster Crítica: Vingadores - Guerra Infinita (Avengers - Infinity War)Vingadores: Guerra Infinita

Diretor: Joe Russo e  Anthony Russo

Elenco: Robert Downey Jr., Benedict Cumberbatch, Chris Evans, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Chris Hemsworth,  Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Idris Elba, Tom Holland, Chadwick Boseman, Anthony Mackie, Don Cheadle, Dave Bautista, Tom Hiddleston, Zoe Saldana, Chris Pratt, Bradley Cooper, Danai Gurira, Sebastian Stan, Karen Gillian, Benicio del Toro, Pom Klementieff, Gwyneth Paltrow, Benedict Wong, Peter Dinklage e Josh Brolin

Em 2012, com o filme Os Vingadores (resultado “final” de uma etapa iniciada em 2008 com o filme solo do Homem de Ferro), fomos apresentados ao grupo de heróis que se unem diante de uma ameaça espacial ao planeta. E depois de uma gama de outros personagens e obras (algumas irregulares para boas) chegamos em 2018 atingindo de maneira grandiosa o planejamento do estúdio Marvel, pensado anos atrás. Assim, o terceiro filme do grupo, Vingadores: Guerra Infinita, é eficiente em explorar tais elementos, entregando ao público aquilo que promete, e mesmo dentro de uma estrutura e elenco cada vez mais gigantescos, ainda consegue emanar sentimentos inesperados e sentido de urgência.

Iniciado quase como uma continuação direta de Thor Ragnarok, Vingadores: Guerra Infinita mostra a nave com sobreviventes Asgardianos liderados por Thor (Hemsworth) sendo atacada por Thanos (Brolin), que deseja reunir as Jóias do Infinito e assim possuir poderes ilimitados sobre o universo. Assim, para evitar a destruição da Terra, os Vingadores se (re)unem aos Guardiões da Galáxia e outros tantos heróis para enfrentar o vilão. E de imediato o longa já responde que uma das preocupações seria justamente esta: como inserir mundos com abordagens e visuais completamente diferentes dos filmes “de origem”, se passando em outras galáxias, com os longas ambientados na Terra que, mesmo dentro de um contexto fantástico, ainda assim se apresentavam mais “mundanos”.

Mesmo sendo óbvio que o terceiro filme do Deus do Trovão (sendo o mais colorido e humorado), soasse como uma espécie de porta de entrada para os personagens de Guardiões da Galáxia, a direção dos irmãos Joe e Anthony Russo demonstra um certo cuidado ao ambientalizar a obra e unir estes mundos sem prejuízos. A direção acerta, por exemplo, em inserir de maneira orgânica o restante dos personagens sem descaracterizá-los dentro de seus universos, como podemos ver pelo próprio surgimento dos personagens liderados pelo Star Lord do Chris Pratt, assim como o aparecimento de Peter Parker/Homem Aranha de Tom Holland e principalmente o personagem Dr. Estranho, de Benedict Cumberbatch (no primeiro caso a música e o já citado humor característico dos filmes do grupo é algo notado logo de cara, o aracnídeo surge dentro de seu mundo juvenil antes de adentrar à trama e a abordagem mística do terceiro é importante na ambientalização)

Claro que alguns momentos, principalmente aqueles pautados no humor, caso fossem evitados em seus excessos, a obra poderia ganhar um pouco mais em seus conflitos e economizaria alguns preciosos minutos. Ou seja, se os filmes deste universo Marvel se pautam pelo tom descontraído, em alguns momentos tal abordagem continua soando descartável, como podemos ver no primeiro encontro de Tony Stark (Downey Jr) e os Guardiões que, assim como visto no primeiro filme dos Vingadores, aposta para um óbvio embate físico entre eles, com discussões com falas rápidas e piadas fora de lugar. Também podemos comprovar tal tese com o fato de que, ciente da chegada de Thanos à Terra e a ameaça iminente que ele representa, o filme insista de maneira descomedida no fato de Bruce Banner (Ruffalo) não conseguir se transformar no Hulk (como se fizesse uma analogia a um problema de disfunção erétil), ou até mesmo na cena em que Drax (Bautista) faz piada sobre invisibilidade e a mesma claramente soar forçada.

Contudo, a tragédia permeia a obra desde o primeiro, digamos assim, “bloco” do filme, em que Thanos já surge exalando poder e medo faz suas vítimas (e falarei mais a frente do personagem). Ademais, mesmo que o roteiro tenha sido escrito (algo que abomino) por mais de 10 pessoas (cada personagem deve ter o seu próprio roteirista), o mesmo consegue criar urgência e fazer com que cada personagem, senão tendo um tempo especifico, pelo menos criando certa importância em desenvolver um pouco seus arcos. Claro que, devido à quantidade de personagens, seria impossível que todos fossem mais aprofundados, mais ainda assim, em vários momentos, é possível identificar e perceber um sentido através deles, como visto no conflito de Gamora (Saldana) e Thanos. E talvez seja este com o mais peso dramático por ela ter no vilão o único elo paterno conhecido, ao mesmo tempo em que precisa enfrentá-lo devido à sua tirania – mesmo que o flashback sobre seu passado com Thanos soe desnecessário e até maniqueísta por existir apenas para inserir um objeto em cena, e apenas ratificar os sentimentos entre os dois, o que poderia facilmente ser evitado, uma vez que já temos a ciência do estado do relacionamento.

Tal problema ocorre também com o o Visão de Paul Bettany e seu romance com a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen, já que, mesmo inicialmente podendo soar descartável, o arco ganha um peso na resolução do conflito. E mesmo que, como dito antes, outros personagens importantes tenham pouco tempo para mostrar seus estados atuais, ainda assim é possível identificar em pequenos gestos e decisões em tais momentos algum tipo de emoção; como o breve olhar no reencontro entre Bruce Banner e a Viúva Negra (Johansson) e até mesmo o fato de Steve Rogers/Capitão América de Chris Evans surgir durante todo o filme sem capacete e dentro de um uniforme totalmente negro – o que engrandece sua personalidade dentro de um contexto soturno devido aos eventos do seu último filme, Guerra Civil.

Mesmo com seus longos 156 minutos, em nenhum momento a obra se torna cansativa ao ponto de fazer com que o espectador seja transportado para fora do que acontece na tela. Interessante, portanto, que o fato de trabalhar vários núcleos – e personagens – ao mesmo tempo seja seu grande atrativo e, por vezes, traga ao mesmo tempo seus problemas (não graves ou que prejudiquem a obra em geral). Com uma dúzia de heróis em tela em alguns momentos soa quase que inevitável que a edição tivesse problema em contornar tal elemento e criasse algum tipo de lacuna fazendo com que algumas frentes fiquem quase largadas durante um tempo (mas ratificando, não ao ponto de esquecê-las). Tanto que em determinado momento estamos inseridos nas sequências lideradas, por exemplo, pelo grupo do Homem de Ferro, somente para vários minutos depois retornamos para a ação do grupo integrado por Thor, Groot e Rocket soando algo como “Ah é, tem esta parte também!“.

Contudo, nada disso chega a comprometer o longa pelo sensação de urgência que a direção consegue imprimir e os fatos de que tais frentes se encontram no clímax ocorrido em Wakanda em que aos poucos vão se reencontrando e acertando qualquer percepção prejudicial em sua estrutura. Sentimento este (corajoso, diga-se de passagem) que tem como mérito fazer com que o público realmente sinta pela integridade física dos heróis através das ações de Thanos, ao explorar as emoções do público em profusão pela quantidade de personagens – e quem já tenha visto o filme sabe que os sentimentos pelas mortes no decorrer da obra se tornam inquestionáveis. Todavia, ainda resta o sentimento de que, após o filme, sabemos que nada daquilo será um ponto final, uma vez que teremos outros filmes solos destes mesmos super-heróis (algo diferentemente feito, por exemplo, em Logan que, pelo menos até hoje, ainda soa definitivo). Mas ainda assim algumas resoluções se mostraram interessantes e contextualizadas como as tais Jóias do Infinito, como a sequência vista quando Thanos adquire a pedra relacionada à realidade e o uso da jóia do tempo.

E falando em Wakanda, a direção foi inteligente ao apostar a sequência final se passando no fictício país africano (foi bom retornar a aquele universo e, se aproveitando da boa sequência com vários heróis lutando juntos e influenciada por Star Wars: Episódio I) e da memória pelo filme ter sido lançado recentemente; o que acaba ajudando a criar uma melhor adaptação ao filme atual. Ademais, o design de produção se mostra acertado por vários momentos auxiliando na junção dos universos de maneira igualmente orgânica como comentado no início, pois mesmo boa parte do filme se passando no espaço, a direção consegue criar mundos que não se sobrepõem ou incomodam quando a ação muda de local. Para isso, o diretor de fotografia Trent Opaloch (repetindo a parceria vista em Capitão América 2: Soldado Invernal) abusa de uma palheta cinzenta dando uma atmosfera sombria, e sem algum tipo de exagero que quebrasse visualmente o ritmo do filme, ao mesmo tempo criando belos planos que engrandecem um pouco o isolacionismo de Thanos, como por exemplo, na cena ocorrida numa espécie de praia acética de outra dimensão ou até mesmo aquelas passadas na mina espacial inspirada em Senhor do Anéis, numa participação especial de Peter Dinklage. E mesmo quando a ação é transportada para um local que difere inevitavelmente do outro (Wakanda com suas cores é o maior exemplo), a direção usa recursos básicos com elipses e cortes de maneira correta para ajudar na transição, como no momento em que um personagem, ao ser apresentando, abre uma cortina, ou quando uma cor de uma cena remete a da cena posterior ou até mesmo num determinado momento que Thor está voando em direção a um determinado lugar, a direção corta para naves em Wakanda – em ambos os casos ajudando a gerar uma fluidez na mente do público.

E assim chegamos a mais importante figura de Vingadores: Guerra Infinita: Thanos (moldado com CGI ao ator Josh Brolin, cujo trabalho vocal obviamente será destruído pela dublagem). Todo filme precisa ter em seu antagonista a força para que os heróis possam crescer (tanto como personagem, quanto como filme em si); se você tem um vilão ruim, seus protagonistas tendem a enfraquecer junto com ele por não terem um inimigo à altura. Isso pode ser fartamente comprovado nos filmes do gênero com seus vilões unidimensionais e genéricos (como visto no primeiro filme dos Vingadores e nos recentes Batman Vs Superman e Liga da Justiça), onde tudo soa um amontoado de partes vistas em diversas outras obras. Portanto, através de Thanos o filme ganha em complexidade por ele sempre soar multidimensional, perigoso e ameaçador sem que jamais seja transformado num personagem histérico como normalmente acontece, pelo contrário; mesmo que no contexto sua presença assuma um aura divina ou megalomaníaca, tal fato jamais o torna caricato. Sempre pautado pelo autocontrole e segurança dentro de seu arco pessoal com a filha e principalmente na sua motivação em levar seu plano até o fim que, por mais genocida que sejam seus impulsos (e são), ainda sim é possível criar algum tipo de identificação de maneira coerente com sua ideia, não sendo algo tipo simplesmente “quero dominar o mundo”.

Enfim, Vingadores: Guerra Infinita, como é previamente conhecido, deixa um gancho no final do filme permitindo que em sua continuação, possamos carregar um pouco mais das consequências daquelas ações. E ao inserir novos personagens em sua cena pós-créditos, podemos ter a certeza que poucos riscos serão tomados em nome de uma máquina que funciona quase sozinha.

Nota 4/5

Avaliação
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RodrigoRodrigues-144x144 Crítica: Vingadores - Guerra Infinita (Avengers - Infinity War)

Rodrigo Rodrigues

Amante inexperiente da sétima arte, crítico por insistência, mas cinéfilo acima de tudo. Descobriu, ainda jovem, certos diretores como Sergio Leone, Billy Wilder, Fellini, Bergman, Antonioni, Scorsese e sua vida nunca mais foi a mesma. Acredita que a empatia, diálogo e o respeito ao próximo é a maior arma contra o fundamentalismo da sociedade conservadora e fundamentalista de hoje.

29 comments

  • Cassia Kiss:

    Excelente crítica. Verei o filme hj, li varias criticas, a sua foi a que mais gostei. Sem entregar nada fundamental, conseguiu tecer um panorama bastante completo sobre o filme. Parabens.

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      Cássia Kiss
      Bem-vinda e obrigado pelo elogio.
      O objetivo da crítica é mostrar ao leitor vários aspectos e sempre baseado na linguagem cinematográfica. Pena que são poucos são os veículos que se preocupam em passar um texto agradável de ler, completo e que busca discutir cinema em si.
      Abraço

  • Skol Beats:

    aff filminho de super heroi com vilao cartunesco querendo dominar o mundo… me da sono

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo:

      Não é o efeito da cerveja?

  • Goiabinha:

    todas as analises que vejo do Thanos se resumem a dizer que ele é tridimensional e que tem motivações claras e as persegue de maneira verossimil… quase nada vejo a respeito de sua personalidade (a nao ser que é sereno e confiante), seu discurso e seu complexo de Deus, a visao de que tem uma missao santa, o fato de ter tomado pra si essa carga e achar que tem o direito – divino ou sei la o que – de ceifar trilhões apenas pq acha que é certo – ainda que tenha a devida logica, como dito -…

    • Cleber Moreno:

      mas foi um filme só, dava pra analisar tudo isso?

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Cleber Moreno
      Bem vindo
      Sim, sempre é possível analisar um personagem desta maneira . Dependendo do personagem ou filme, claro que haverá uma limitação, mas sempre é possível. Lembrando que, neste caso, um filme não é só um filme e devemos lembra que, como obra de arte (ruim ou boa) ela tem com natureza expor tais aspectos.
      Abraços

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Goiabinha
      Bem vindo

      Acho que consegui expor bem as características dele. Claro, se dedicarmos um tempo somente para discutir um personagem, obviamente renderá num aprofundamento de seu aspecto…

      Mas, ratificando, sua descrição sobre o vilão eu também mencionei no texto contendo aspectos se sua persona, não?

      Portanto, através de Thanos o filme ganha em complexidade por ele sempre soar multidimensional, perigoso e ameaçador sem que jamais seja transformado num personagem histérico como normalmente acontece, pelo contrário; mesmo que no contexto sua presença assuma um aura divina ou megalomaníaca, tal fato jamais o torna caricato. Sempre pautado pelo autocontrole e segurança dentro de seu arco pessoal com a filha e principalmente na sua motivação em levar seu plano até o fim que, por mais genocida que sejam seus impulsos (e são), ainda sim é possível criar algum tipo de identificação de maneira coerente com sua ideia, não sendo algo tipo simplesmente “quero dominar o mundo”

      Abraços

  • Autarial:

    assisti ontem, bom filme, concordo com a critica, muito boa, parabens, uma visao bem tecnica e uma abordagem bastante coerente em cima do filme

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Autarial
      Bem vindo
      Obrigado pelo elogio ao texto. Procuro sempre passar aquilo que aprendo fazendo com que o espectador possa se atentar para detalhes; e assim engrandecer o debate em si sobre cinema
      Abraços

  • Coelho Sabido:

    Bom filme! Nao é profundo como Pantera Negra ou Soldado Invernal, mas tem um ritmo contagiante, uma direção redondinha. Entrega mais do que promete. E o vilão… ah, o vilão… Thanos entra pro rol dos grandes vilões dos filmes de ação. Dependendo do que fizer no Viongadores 4, pode subir ainda mais. Por outro lado, é um pouco preocupante ver uma franquia tao “aventuresca” dominar tão amplamente as bilheterias mundiais… é escapismo demais, é um exagero de diversão despretenciosa. É preciso cuidado pra isso não virar regra, ditar tendências, e baixar o nivel geral do cinema como um todo. Espero estar errado. O que acha, Rodrigo Rodrigues?

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Coelho Sabido!

      Bem vindo

      O filme agrada bastante, tem um ritmo bom mesmo com alguns pontos que mencionei no texto sobre a estrutura. E Thanos realmente se tornou um grande vilão; não posso confirmar se foi um dos grandes do gênero de ação no geral, mas se falando em obras baseadas em HQ, acredito fielmente que sim e tendo bastante espaço para evoluir no quarto filme.

      Quanto a sua preocupação sobre tal estilo (no caso “aventureiro” e “Escapista”) atrelado aos Blockbusters no caso, isso já virou regra há muito tempo. São raríssimas obras em que um filme assim tenha algo que procurem atingir mais a mente que os olhos.

      Contudo, como cinéfilo (e alguém que se propõe a escrever críticas), jamais posso me prender a tal elemento único (no caso os Blockbusters). E sim procurar sempre conhecer (e aconselhar) outras vertentes as pessoas.

      Abraço

    • Cleber Moreno:

      é um circulo vicioso… se vc tenta ser mais denso e psicologico do que fazer algo mais leve e entretenimento puro, atrai menos gente, tem menos lucro, se isso ocorre, o estudio vai preferir mais grana e portanto mais filmes “ação desenfreada”, logo diminuem as producoes dos filmes “cabeça”, e se diminuem, aumenta o indice de filmes “cerebro desligado”, ai alguem tenta fazer um filme mais intelectual, e… começa de novo… o pior é que filmes de ação ricamente profundos como Matrix estouraram nas bilheterias, pena que pra cada Matrix tem 4 Transformers, 10 filmes com o The Rock, etc…

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Coelho Sabido
      Bem vindo novamente
      Bem, realmente se torna um círculo vicioso sim. Não tem como negar que para cada Matrix tenha 10 Transformers, concordo. Entretanto, a partir do momento que o próprio o publico se limita a isso, tal afirmação se torna cada vez mais irreversível. O problema não é ver tais filmes, pelo contrário, mas ver somente estes filmes. Por isso sempre procuro escrever sobre outros tipos de filmes, fazer com que o espectador tenha uma percepção mais apurada e assim aos poucos ele vai criando um gosto mais apurado.

      De qualquer maneira, sua opinião foi super válida e coerente
      Abraço

  • Marcia Adm:

    interessante que tudo que a Marvel faz bem feito em seus filmes, a DC não consegue… aí a DC tentou emular o estilo menos sisudo da concorrente, mas fez mal feito (o filme da liga ficou todo remendado, meio Snyder, meio Whedon… uma coisa pavorosa)… Chegou num ponto que nem o fanboy mais fanatico consegue defender a DC. E tudo gira em torno de 2 pilares: roteiro e direção. Incrivel como tirando os dois primeiros filmes do Thor e o terceiro do Homem de Ferro, de resto a Marvel pouco errou.

  • Tom:

    O q vc achou do Thanos?

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Tom
      Bem vindo
      No penúltimo parágrafo falei sobre o personagem.
      Abraço

  • Bela Ciao:

    Melhor filme da Marvel, melhor filme de herois desde o Batman 2 do Nolan (o do Coringa), e melhor filme de ação do ano. E os CGI do Thanos ficaram sim perfeitos, vá… fantásticos! So achei um erro, e ele esta nessa foto que ilustra a materia: se eles estão em Titã, que é uma LUA de Jupiter ou Saturno, sei la, o que foi que o Thanos puxou pra baixo, uma lua de Titão (ou seja, uma luazinha… uma lua da lua???)

    • Cleber Moreno:

      boa pergunta kkk responde ae Rodrigo

  • Flavião:

    Realmente um grande filme, mas não se absteve de alguns erros. Um erro grave de Guerra Infinita é se limitar a ser a primeira parte de uma história maior, que será concluída em Vingadores 4, e não encerrar alguns pontos que foram abertos há alguns anos e que poderiam ser fechados neste momento. De resto, filme tecnicamente perfeito, fechando com chave de ouro essa primeira fase global da Marvel nos cinemas. Valeu a pena.

    • Volgin:

      SPOILERS>>> Incrível, sai do cinema sem palavras… Thanos conseguindo limpar a metade do universo foi o feito mais grandioso em um filme de quadrinhos, é o vilão mais competente ja adaptado, sei que existe camadas de vilania, Coringa, Killmonge, Loki todos com características diferentes, mas no modo geral, o Thanos foi o mais ambicioso, o único que seguiu pela mesma linha, foi o Ego, que queria não só a metade do universo, mas ele queria consumir todo o universo como um virus cósmico, só não foi vitorioso, e isso que deixa o Thanos tão chocante comparado aos outros, ele venceu, ele venceu e a terra não vai ser mais a mesma, foi quase um arrebatamento divino, mostrando que ele se tornou um Deus no final, contemplando seu jardim enquanto muitos sofrem, mas apenas ele consegue ver a imagem completa, como ele mesmo disse, ele é o único que entende o equilíbrio do universo, é bem algo que um Deus diria para justificar tanto sofrimento e mortes sem sentido no nosso mundo, é de arrepiar.

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Flavião e Volgin
      Bem vindos
      Obrigado pelos comentários que engrandeceram o debate sobre o filme
      Abraços

  • Camoes:

    Excelente critica. Captou os aspectos relevantes e ainda comentou o resultado a titulo de entretenimento.

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Camoes
      Bem vindo
      Obrigado pelo elogio. A crítica deve servir para despertar no leitor alguns aspectos que normalmente passam despercebidos.
      Abraços e o convido para ler nosso outros textos!

  • Laurinha:

    Thanos melhor vilao desde Darth Vader

  • Adelinha:

    Melhor filme do ano to pasma foi dificil dormir depois

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Adelinha
      Bem vinda
      Melhor filme do ano, não creio. Mas ainda sim um bom filme.
      Abraços e muito obrigado por comentar!

  • Denê:

    que filme… que final… ah se a Liga tivesse sido assim heim…

    • Rodrigo Rodrigues
      Rodrigo Rodrigues:

      Denê
      Bem vindo
      Realmente o filme da Liga da Justiça não alcançou seu potencial.

      Muito obrigado pelo comentário!
      Abraços

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