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Galactica e além… Parte Final

O projeto de trazer Galactica de volta a TV, foi um longo parto, já que três projetos diferentes estavam em andamento, enquanto havia uma disputa por direitos. No artigo anterior falamos da vontade do produtor Glen A. Larson (1937-2014), de levar o projeto para o cinema, algo que ele tentou por toda a vida. Tínhamos também o projeto do ator Richard Hatch (1945-2017), do retorno do seriado à TV em uma continuação que passaria anos depois da primeira série. Hatch chegou a pagar do próprio bolso um trailer estrelando alguns atores originais, chamado Galactica: The Second Coming. Finalmente tivemos a tentativa de Bryan Singer e Tom deSanto de produzirem um novo seriado para o canal USA Channel.

Battlestar Galactica (2003) – Minissérie

A despeito de todos os projetos mencionados, qual não foi a surpresa de todos quando o canal Sci Fi Channel (atual SyFy), anunciou a produção de uma minissérie, após a compra dos direitos para a TV, com a possibilidade de um seriado ser realizado, se a audiência fosse boa.

O produtor Ronald D. Moore, conhecido por dar tons sombrios a episódios da franquia Star Trek (The Next Generations, Voyager e Deep Space Nine) tornou-se o produtor executivo e roteirista da nova série Battlestar Galactica. Moore quis trazer estes tons escuros para a nova série influenciado pelos eventos reais do 11 de Setembro de 2001, e realizou várias mudanças na série, para não ser apenas um reboot sem sentido. Uma destas modificações em relação ao original se refere aos Cylons (criados por alienígenas no original, na nova trama foram criados pelos humanos). No primeiro episódio, há um ataque suicida de uma espaçonave civil à Galactica, semelhante ao Vôo 93 da United Airlines. Enquanto a série original era um conto de fadas, esta se mostra extremamente realista e preocupada com dramas humanos e problemas sociais, talvez influenciada pelo choque da civilização norte-americana com o atentado.

O novo seriado usa a fuga da raça humana como pano de fundo para mostrar que, mesmo em situações de extremo perigo e total falta de esperança, os humanos continuam lutando entre si tanto como contra os cylons. Ocorre toda sorte de situações conflituosas, desde greves trabalhistas até um comandante tramando a morte de outro. Quanto à mitologia, a misteriosa referência ao planeta Kobol, onde os humanos viviam em paz com os Deuses, e a busca pela lendária Terra lembram uma espécie de arquétipo, como se a verdadeira busca deles fosse por si mesmos, por uma religação com seu passado, com o espiritual, semelhante à busca da “terra prometida” que aparece em tantos mitos. Da mesma forma, o grande êxodo de Kobol pode ser interpretado mitologicamente como a perda do Paraíso, seguida do desejo de retorno a ele através da Terra.

Moore recebeu do Sci Fi Channel o sinal verde para produzir uma minissérie em 2 partes de duas horas cada. Ele desenvolveu a série junto com David Eick. Filmada no Canadá, para diminuição dos custos, ela foi ao ar em 2003 e se tornou a minissérie mais bem cotada em TV a cabo naquele ano, e recebeu as melhores notas naquele ano para qualquer show de ficção científica.

O veterano ator Edward James Olmos (Blade Runner) foi convidado para ser o novo Comandante Adama. A série contou ainda com Jamie Bamber (Cap.Apollo), James Callis (Dr. Gaius Baltar, agora um cientista) e a introdução de novos personagens como Laura Roslin, Presidente do Conselho das 12 Colônias, Tricia Helfer como a N°6 (uma cylon disfarçada de humana) e a atriz Katee Sackhoff que agora vivia Starbuck, que na série original era um homem. Tantas mudanças que poderiam ser uma aposta cega no escuro… mas a audiência aprovou e a crítica elogiou bastante.

A minissérie foi indicada a vários prêmios incluindo 4 Emmys Awards. No final venceu os prêmios 2003 Visual Effects Society Awards e o 2003 Saturn Awards – melhor série de TV.

O sucesso da minissérie deu sinal verde para o canal Sci Fi Channel produzir um seriado continuando a história.

Battlestar Galactica (2004 – 2009) – Série de TV e Telefilmes

Premissa:

Os Cylons são androides criados pelos seres humanos para facilitar a vida nas colônias. Alguns desses androides, os mais “nobres”, possuem autoconsciência e, auxiliados pelos menos inteligentes, os centuriões, rebelaram-se contra seus mestres. Segue-se uma longa guerra, concluída com um acordo de paz e a retirada dos Cylons para outro planeta, um mundo onde poderiam se desenvolver por sua própria conta. Contudo, após anos de silêncio, eles desfecharam um traiçoeiro e fulminante ataque nuclear contras as Doze Colônias. Esse ataque só foi possível porque os Cylons evoluíram e passaram a reproduzir a forma humana, isto é, tornaram-se humanoides. Dessa forma, eles ludibriaram Gaius Baltar (James Callis), uma espécie de gênio científico responsável por um programa de computador que controlava a defesa das colônias; conseguiram, com sua cooperação involuntária, um vírus que paralisou totalmente a defesa dos humanos, inclusive a das naves de combate.  Apenas a astronave de combate Galactica se salvou desse ataque inicial e isso porque, a mando do Comandante William Adama (agora interpretado pelo ator Edward James Olmos), os computadores da nave não estavam em rede, portanto não eram vulneráveis ao vírus utilizado nesse ataque.

O resto da história é semelhante ao da primeira série: a Galactica reuniu cerca de setenta e cinco naves civis, com uma população de quase cinquenta mil pessoas e, sempre perseguidos pelos Cylons, passou a procurar a Terra apesar de Adama não acreditar que ela fosse mais do que uma lenda. A nova série, entretanto, é bem mais profunda, não se limitando a aventuras e batalhas espaciais, ela explora também as relações humanas em uma micro-civilização ameaçada de extinção, na qual os humanos lutam entre si tanto quanto contra os Cylons.

A nova série Battlestar Galactica foi ao ar pela primeira vez em 18 de outubro de 2004 no Reino Unido e Irlanda pela Sky One e, em 14 de janeiro de 2005, para os Estados Unidos, pelo Canal Sci Fi. No Brasil foi exibida pelo canal a cabo TNT.

A primeira temporada lida com o início da viagem da nave de combate Galactica e problemas decorrentes, bem com o fato do tripulante Helo ter ficado em Caprica, e temos também a chegada a Kobol.

A segunda temporada desta série tem como principais acontecimentos a conclusão do arco sobre Kobol, o encontro com a nave de combate Pegasus, a eleição presidencial e o encontro de um planeta que pode suportar vida humana (New Caprica).

A terceira temporada lida com as consequências dos eventos ocorridos em New Caprica, a saída desse planeta, a chegada ao planeta de algas que contém o Olho de Júpiter (e que permite uma visão profética cujos eventos ocorrem numa antiga Casa de Ópera, em Kobol), e, finalmente, a descoberta de 4 (dos 5 últimos) modelos Cylons e uma vista da localização do planeta Terra.

Na quarta e última temporada, os viajantes chegam ao planeta Terra (descobrindo algo de inesperado na civilização desse planeta), revela-se a identidade do 5º último modelo Cylons e o significado da visão profética (da Casa de Ópera) é descoberto quando a mesma ocorre na realidade, e é definida a relação dos viajantes com a Terra e o destino dos mesmos (com especial atenção a Baltar e ao modelo Número Seis, dos Cylons).

Battlestar Galactica finalizou com um total de 75 episódios filmados, o último foi transmitido em 20 de março de 2009, sempre com boa audiência.

Houve ainda dois telefilmes complementares sendo que um deles, Battlestar Galactica: Razor, se considera como sendo os 2 primeiros episódios da quarta e última temporada, e 3 webséries também complementares. O último telefilme, The Plan, foi feito após o final da quarta temporada e exibido em 10 de janeiro de 2010.

Um fato interessante foi que o criador e produtor original Glen A. Larson, não estava envolvido de qualquer forma com a nova série, já que tinha seus próprios planos de lançar a mesma no cinema, embora tenha recebido um crédito de tela como “Produtor Consultor”. Depois que a série terminou em 2009, uma série prequel de curta duração, Caprica, foi lançada em 2010. Larson também não estava mais envolvido, mas recebeu um crédito de tela pela criação de certos personagens.

O ator Richard Hatch (1945-2017), que por vários anos tentou levar a produção própria Galactica: The Second Coming para a TV, sem sucesso, chegou a alegar certo ressentimento com a nova série, mas depois desenvolveu um respeito por Ronald D. Moore, o principal escritor e produtor do programa, quando Moore apareceu como convidado na Galacticon (a convenção do 25º aniversário da Battlestar Galactica, organizada por Hatch em 2004) e respondeu às perguntas feitas por uma audiência hostil. Mais tarde, ainda em 2004, Moore ofereceu à Hatch um papel recorrente na nova série Battlestar Galactica, que ele aceitou. Ele interpretou Tom Zarek, um terrorista que passou vinte anos na prisão por explodir um prédio do governo, e que tinha virado um político.

caprica Galactica e além... Parte FinalCaprica (2010) – Série Spin-off prequel

Premissa:

Passada 58 anos antes da minissérie lançada a partir de 2003, conta a história das Doze Colônias do Homem quando viviam em paz, em uma sociedade não muito diferente da nossa. Mas a alta tecnologia e o avanço na robótica trouxeram à tona o velho sonho humano de combinar inteligência artificial e corpos mecânicos para criar os primeiros robôs vivos – os cylons. A série gira em torno de duas famílias, os Adama (a família de William Adama, que um dia se tornará o comandante da futura nave de combate Galactica) e os Graystone. Caprica mistura aventura, intriga empresarial, futuro hiper-tecnológico e política em uma saga de ficção científica.

Produção e Cancelamento:

Durante a segunda temporada de Battlestar Galactica, o produtor da série Ronald D. Moore e o parceiro de produção David Eick começaram a especular sobre o universo de Battlestar Galactica antes dos Cylons. Incapaz de dedicar um tempo sério à ideia, a mesma permaneceu no estágio conceitual de desenvolvimento até o início de 2006, quando o roteirista Remi Aubuchon, sem saber das ideias sobre um prequel de Battlestar Galactica, propôs um filme sobre inteligência artificial para a Universal Pictures. Embora a Universal Pictures tenha rejeitado o projeto como um filme, os executivos da Universal Television acharam que Moore e Eick poderiam estar interessados na opinião de Aubuchon sobre o assunto e marcaram uma reunião. Mesclando os pensamentos existentes para um prequel de Battlestar Galactica com aqueles que Aubuchon trouxe para a mesa, surgiu um esboço geral para uma série.

Enquanto a gerência do Sci-Fi Channel estava entusiasmada com a ideia, eles haviam se envolvido em uma luta com Moore sobre as longas histórias de Battlestar Galactica, que a rede sentiu que impedia que novos espectadores se juntassem. Embora o reequipamento posterior de Moore tenha recebido críticas negativas de fãs e da imprensa, e o Sci-Fi Channel eventualmente admitiu que episódios independentes não funcionaram para o programa, a rede recusou a perspectiva de outra série de história com formato de um arco pesado e Caprica acabou ficou preso em um “inferno do desenvolvimento“.

Com o anúncio de Eick e Moore de que o Battlestar Galactica terminaria com sua quarta temporada, e depois de um longo ciclo de pré-desenvolvimento, em 18 de março de 2008, o Sci-Fi Channel anunciou a aprovação de um piloto de duas horas para Caprica. Se o piloto tivesse boa audiência uma série seria produzida. Em 20 de julho do mesmo ano, a Sci-Fi anunciou que estava considerando pegar Caprica diretamente como uma série semanal, e faria do piloto uma estreia prolongada na temporada. Finalmente, no dia 2 de dezembro, a Sci-Fi liberou o projeto para uma série completa. A produção foi retomada em julho de 2009 , para uma estreia prevista para a série no início de 2010.  A série finalmente estreou em 22 de janeiro de 2010.

As histórias de Caprica foram feitas com o propósito de ter foco nos dramas de relacionamento. “A velha história do homem rico e homem pobre vai atingir a nave espacial e seu meio“, afirmou o produtor executivo e roteirista, Remi Aubuchon. O visual é nostálgico, uma coisa meio anos 50, com homens de chapéu, ternos estilosos. Não é só tecnologia e guerras estelares. Caprica é estrelado por Eric Stoltz como Daniel Graystone, uma espécie de Bill Gates com capacidades inventivas muito mais desenvolvidas. Esai Morales é um imigrante formado em direito, um advogado chamado Joseph Adama (o pai de William, de BSG), vindo do planeta Tauron. “Eles são aproximados por um evento em comum: suas filhas foram assassinadas em um ataque terrorista envolvendo uma bomba”, disse Aubuchon. Mas a coisa muda quando Graystone traz a tona suas ideias relacionadas à robótica, que acabam tendo relação com os ancestrais dos cylons.

Em 27 de outubro de 2010, o já Syfy cancelou a série ainda na primeira temporada, citando baixa audiência, e retirou os cinco episódios restantes da série da sua grade de transmissão. Posteriormente, os 5 episódios faltantes foram lançados em um box da série com todos os outros episódios. Depois que estreou, em janeiro de 2010, a audiência dos primeiros nove episódios mal conseguiu sustentar a faixa de um milhão de telespectadores. Retirada do ar, retornou em outubro com a missão de conquistar público em seus nove episódios restantes. No entanto, a audiência não ultrapassou a marca de 900 mil telespectadores, sendo retirada do ar após a exibição de apenas quatro episódios, totalizando 13 episódios que foram ao ar, de uma temporada de 18 produzidos.

Battlestar Galactica: Blood and Chrome (2012) – Episódio piloto e websérie

Premissa: A história é situada no décimo ano da primeira guerra cilônia, cerca de 40 anos antes da trama desenvolvida em Battlestar Galactica. O cadete William Adama (Luke Pasqualino, de Skins), recém formado na Academia, é designado para servir a bordo da mais nova nave de combate da frota, a Galactica. Cabeça quente e sem noção dos riscos, ele se vê responsável por uma missão super secreta que poderá mudar o rumo da guerra.

Seu oficial superior é Coker (Ben Cotton, de Hellcats), com quem inicialmente não se dá lá muito bem, mas, ao longo de suas missões, os dois acabam formando uma importante parceria. Ao lado de Adama está a Dra. Beka Kelly (Lili Bordan), uma cientista que trabalha para a Graystone Industries, empresa que criou os cilônios (visto na série Caprica).

No elenco também estão Jill Teed (Smallville), como a Comandante Ozar, Adrian Holmes (Smallville), como o Tenente Decklan Elias, e Carmen Moore (Arctic Air) como a Tenente Nina Leotie.

Produção e Cancelamento:

Em outubro de 2010, o canal SyFy anunciou que desenvolvia o projeto de uma nova spin-off de Battlestar Galactica, que por sua vez é um remake de uma produção da década de 1970. Criada por Michael Taylor e originalmente concebida para ser uma websérie em dez episódios, o projeto era chamado de The Young Adama. Posteriormente, o canal decidiu transformar o projeto em uma série de TV, o qual foi batizado com o título de Battlestar Galactica: Blood & Chrome.

Apenas o telefilme piloto foi produzido, exibido na TV americana no início de 2013 pelo SyFy Channel. O motivo do cancelamento do projeto, segundo Mark Stern, diretor do canal, teria sido o alto custo de produção. Posteriormente, este episódio piloto foi distribuído em websódios de sete a doze minutos de duração na Internet, sendo disponibilizado a partir de novembro de 2012 antes da exibição na TV.

O produtor Ronald D. Moore, não teve qualquer envolvimento com Battlestar Galactica: Blood and Chrome.

Avaliação
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Ricardo Melo

Profissional de TI com mais de 10 anos de vivência em informática. Tem como hobby assistir seriados de TV, ir ao cinema e namorar!!! Fã de rock'n'roll, música eletrônica setentista, ficção-científica e estudos relacionados a astronáutica. Quis ser astronauta, mas moro no Brasil... Os anos 80 foram meu playground!

14 comments

  • Diego:

    A série de 2003/2009 é linda, recheada de sentimento, a antiga é boa, vontade para exploração e combate, mas a série 2003/2009 mexe com os sentimentos.

    • Ricardo Melo
      Ricardo Melo:

      Sim, a série nova foi muito mais fundo nas questões psicológicas e sociais.

  • Christian O. Schoch:

    BSG não é uma série, mas sim uma novela, isso mesmo uma novela americana. Galactica é como a arca de noé, porém alguns de seus passageiros vão morrer na guerra pois são indignos de chegarem à terra prometida. Religião? Sim, BSG inovou ao misturar ficção científica com espiritualidade. A humanidade renegou o amor de “Deus” e se entregou ao erro, já os cilônios têm uma fé correta porém é tudo programado, ou seja, eles fazem mas não sabem o porquê de fazerem. A solução encontrada por “Deus” foi o envio de dois anjos com a intenção de orientar os escolhidos a impedir que as duas civilizações se destruam uma à outra. Os anjos ficam zombando dos escolhidos, Gaius e Seis, até eles acordarem do seu sono espiritual. No final, o anjo Starbuck, entrega as coordenadas da Terra e uma nova civilização será formada com a filha de um humano com uma cilônia. Essa nova civilização unirá o livre arbítrio da humanidade com a moralidade correta do cilônios. Depois de passados 150.000 anos os anjos voltam para ver como é a Terra e a encontram nos primórdios da robótica. É muito frustrante, mas é o que eles falam durante a novela toda, o que aconteceu antes vai acontecer novamente.

    • Christian O. Schoch:

      O roteirista tinha alguns desafios para fazer o remake de BSG. A pouca audiência na época da primeira versão, maioria de crianças, não pagava os altos custos de produção, o principal ator mandou colocar em contrato que não teria nem alienígenas nem monstros em BSG. Tudo em ficção científica não chega aos pés do binômio Star Trek-Star Wars. A solução foi: BSG foi feito muito mais para adultos (por isso a sensualidade), sem alienígenas e monstros o jeito é colocar anjos e demônios (assim o Edward James Olmos não criava caso) e para ter uma história inesquecível é só seguir as épicas histórias bíblicas.

    • Ricardo Melo
      Ricardo Melo:

      Análise interessante, a BSG original foi baseada no Livro dos Mórmons, na qual o criador da série, Glenn Larson era ligado.

  • Benedito:

    essa imagem apelativa que ilustra a materia eh um absurdo que terem feito isso depois reclamam da sexualizacao das mulheres, inclusive a atriz Tricia Helfer, de Battlestar Galactica, falou à PageSix sobre um dos casos mais sinistros que já vivenciou: “Eu recebi esperma pelo correio uma vez”, disse a artista. Ela lembrou que recebeu a bizarra correspondência no período em que fazia a série The Firm, da NBC. “Quando abri o envelope, caiu uma seringa”, contou Helfer. “Veio com um adesivo com um desenho de um homem, uma mulher e uma criança, e dizia: ‘mando isto para você, para que quando eu chegue para ficarmos juntos, nós já tenhamos iniciado nossa família”. Ela disse que a produção do programa chamou investigadores para rastrear o “fã” que havia enviado a correspondência. Ele acabou sendo encontrado, mas a atriz não revelou o que aconteceu depois.

    • Ricardo Melo
      Ricardo Melo:

      Que história louca, incrível. Agora ela vive a mãe do Lucifer, na serie homônima. Parece que gosta de brincar com algo “pecador”…

  • Thanos:

    cara que séries de artigos incriveis… me deu um aperto no peito, uma nostalgia… assisti a original em TVs de tubo com meu pai e agora lembrei de tudo

    • Ricardo Melo
      Ricardo Melo:

      Que bacana, é legal ouvir isto dos leitores. Continue nos seguindo. Abraços.

  • DS9/BSG:

    A BSG recente, depois de muito refletir, pra mim, é a melhor FC de todos os tempos, uma mistura de Blade Runner, Tropas estelares e eram os deuses astronautas.

    • Ricardo Melo
      Ricardo Melo:

      Sim, realmente uma série muito boa. Ficará na história.

    • Smorgasboard:

      Nao sei nao… Star Trek pra mim ainda ta no topo

  • Salah:

    falou concluir dizendo qual a melhor das séries de BG

    • Ricardo Melo
      Ricardo Melo:

      Eu deixo esta pergunta para os leitores, pois o pessoal mais antigo, que acompanhou a série original no passado, vai dizer que era muito melhor, mais inocente, uma utopia e o pessoal que acompanhou a série nova, irão dizer que ela é muito superior, pois é muito mais política, e reflete a sociedade atual, uma distopia. Tire suas próprias conclusões. Eu ainda tenho a original no coração e não compreendi muito a nova.

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